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A
técnica
 | Quem
decodificou as "Ordens do Amor" bem como os "Movimentos da Alma"?
Essa técnica foi desenvolvida por BERT HELLINGER e age desbloqueando
os caminhos do AMOR, fazendo-o fluir nos relacionamentos e revelando como forças
profundamente entranhadas no sistema familiar, podem ser redirecionadas para a
cura, quando todos os membros do sistema são reconhecidos, respeitados
e recolocados no seu devido lugar.
Bert
Hellinger, que é conhecido por seu enfoque fenomenológico, menciona
muitas influências importantes em sua vida e em seu trabalho: seus pais,
cuja fé o imunizou contra a aceitação do socialismo de Hitler,
seus 16 anos de sacerdócio, particularmente |
como missionário com a tribo dos Zulus na África, bem como sua participação
em treinamentos ecumênicos e inter-raciais de dinâmicas de grupos
dirigidos pela Igreja Anglicana. Ao abandonar o Sacerdócio, estudou psicanálise,
gestalt terapia e análise transacional. Seu treinamento posterior em terapia
familiar, culminou com as Constelações Familiares que são
o selo do seu trabalho, que lhe vale o reconhecimento como um dos terapeutas-chave
do mundo da psicoterapia atual, tanto na Alemanha como na Europa e América.
Trabalhou com centenas de pessoas em Israel, Argentina, México, Chile,
Venezuela, Japão, China, Rússia, Suécia, Áustria,
etc...
É uma especial ferramenta na aplicação na
saúde pública e comunitária, na educação para
a paz e no processo de aprendizado.
Bert Hellinger descortina um novo
conhecimento através das Constelações Familiares para a compreensão
das relações humanas. Torna-se evidente através das "Ordens
do Amor" que o sistema familiar tem uma consciência comum que vela
pelo direito de pertencer de todos os seus membros. Quando um membro do sistema
familiar tem um destino trágico ou foi excluído, menosprezado ou
esquecido, isto produzirá identificações ou implicações
sistêmicas nas gerações seguintes, ou seja, um membro da seguinte
geração inconscientemente, mas movido pela consciência familiar,
representará aquela pessoa que foi excluída do sistema familiar,
assumindo para si em destino que não lhe pertence. Hellinger também
fala das terríveis conseqüências causadas pela violência
política. Suas descobertas desvelam uma consciência especial a respeito
da responsabilidade das decisões políticas. Se estas estão
baseadas na violência e na imposição sobre as classes excluídas,
não há vencedores. Futuros cidadãos assumirão o destino
de seus antecessores. Filhos ou filhas de assassinos, se identificarão
com o destino de suas vítimas e a dor das vítimas será Transmitida
para as gerações seguintes.
Através dos "movimentos
da alma" que conduzem à reconciliação, se revela que
todos somos responsáveis pelas ações dos membros do sistema.
Aqui é que as Constelações Familiares saem do âmbito
terapêutico e se encontram com os direitos humanos.
A necessidade
de decisões políticas mais humanas torna-se iminente frente às
provas de suas conseqüências.
É necessário trabalhar
pensando nas gerações seguintes, evitando que tenham que sofrer
as conseqüências de destinos dolorosos.
É essencial
que se faça um esforço na construção de uma Cultura
de Paz, incentivando o aprendizado dos valores humanos, preparando futuros cidadãos
que expressem o amor, o respeito, a tolerância, a igualdade, e a humildade.
Os paradigmas que desvelam as Constelações Familiares são
uma semente a mais para a Paz.
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